quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Resposta
Escrevo-te meu amado
Uma cartinha cheia de carinho
Queria mesmo, tê-lo ao meu lado
Seguindo juntos esse caminho
Amo-te, sabes disso, és meu querido
Desde há muito só saudade visita
Trazendo à lembrança, o acontecido
Toda aquela confusão imprevista
Queria que soubesses que ainda sou
A poesia que tanto chora o adeus
Aquela menina que um dia, você amou
Que nunca mais, esteve nos braços teus
E nessas pétalas de saudade
Nesse tão duro tempo de adeus
A minha única felicidade
Tem sido, lembrar os carinhos teus
autora
Maria Rita Bomfim

Um Sorriso
O sorriso que sempre acompanha
Faz parte do meu jeito de ser
A dor, se quiser, venha sem manha
Bem ligeira, pois não sei sofrer
Deus mostrou-me o caminho
Através das dificuldades
Mostrou rosas, mostrou espinho
E nessa dor, mostrou verdades
Se hoje alegria habita meu coração
Saúde, poesia e boa vontade
Foi por Deus em oração
Que reencontrei felicidade
autora
Maria Rita Bomfim
domingo, 2 de maio de 2010

Medo
Meu medo é diferente mas existe
é que tudo se torne mais triste
pela distância que nos invade
Que seja doída sempre a saudade
Essa que sempre se faz realidade
E persegue todos os enamorados
E eles muitas vezes apaixonados
Sentem -se por vezes embriagados
Tontos de ciúmes e de tanto amor
E é às vezes com certo amargor
Que nos versos trazem o clamor
Com os olhos, de lágrimas molhados
autora
Maria Rita Bomfim
quarta-feira, 28 de abril de 2010

Um canto solitário
Na manhã ensolarada e tão bela
Saí passeando pela vereda a cantar
Ninguém ouviu meu canto na aquarela
A vontade imensa de tudo mudar
Cantei sobre as flores lindas desprotegidas
Sobre as dores de mães carentes solitárias
Cantei sobre as mais fortes e duras feridas
Cantei sobre tantas mulheres solidárias
Meu canto desafinou pela estrada afora
Meu lamento persistia e mais triste ficava
Ouvi ao longe um grito, um basta, vá embora
Era meu eu, que de tudo aquilo, também cansava
Desisti de cantar, de proclamar minha revolta
Então à chorar, gritei aos céus minha desdita
Senti ao meu redor a santa e pura escolta
A dizer-me, continue a crer, Maria Rita
autora
Maria Rita Bomfim

Silêncio Romântico
Há um silêncio diante da vida
Que realmente não tem explicação
Silêncio esse, que nos convida
À buscar no pensamento,mais emoção
Há uma intensa paz que nos circunda
Que leva à sonhar, sonhos de amor
Talvez seja ela a doce chama oriunda
Dos céus, carregada de vida e calor
E de repente, imagina-se um romance
Daqueles de ficção, pura luz de poesia
Traduzindo do amor, a mais linda nuance
Em festa, as estrelas cintilam com magia
Alguns esperam agora, sua última chance
E a sonhar, mudam o astral, na doce sintonia
autora
Maria Rita Bomfim

AGRADECIMENTO
Deus de amor e bondade infinita
Eis-me aqui agradecendo Seu valor
Por uma longa vida, boa e bonita
Onde aprendi, receber e dar amor
A mãe tão poderosa, que me afagou
Foi a coisa mais rica que comigo tive
Exemplo de garra, caridade, ela deixou
E em meu coração, para sempre ela vive
Sem que demonstrasse orgulho vão
Ela mostrou no trabalho e na fé
Que, felicidade, só depende de construção
Minha mãe, eu lhe ofereço amor carinho
A lembrança que eu carrego no rosto, é
A semelhança, que é você no meu caminho
autora
Maria Rita Bomfim
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